Quando a religião se torna obsessão
Muitos religiosos fazem de sua religião sua obsessão. Dedicam suas vidas, às vezes “inutilmente” em prol de uma causa injustificável, inexplicável, egoísta.
Apesar de pertencer a uma “religião” eu não acredito, e não gosto de igrejas, embora eu as respeite e me curve diante a elas como fui ensinada, eu não as sigo e não as frequento. A maioria das pessoas que conheço, são “parasitas”, obedecem cegamente todas as regras impostas pela igreja sem as questionarem, sem uma certeza concreta de tudo o que ela diz.
Eu acredito em um Deus, claro, mas isso não quer dizer que eu seja devota fanática da igreja, não quer dizer que eu concorde com os absurdos e contradições que elas impõem. Parece frieza da minha parte, certo, mas é apenas o meu ponto de vista, é a visão que tenho da igreja, de seu domínio em relação aos “fiéis”. As outras religiões, embora não me agrade, eu tenho menos a reclamar, pois elas não me causam náuseas, elas não tentam desesperadamente persuadir uma alma, e introduzi-la em uma realidade onírica.
Rezo por cada dia que vivi tudo o que “conquistei” de certa forma, mas não me conformo com esta “escravização consentida” o pior não é seguir essas regras, é ver pessoas “inteligentes” seguirem essas regras. Respeito às pessoas e suas crenças, mesmo porque, minha família é totalmente devota, sou a única “cética” com pensamentos contraditórios a eles. Não tenho nada contra quem se diz “religioso”, mas sou contra essa cegueira, essa falta de opinião, incapacidade de pensar e criar uma ideia em relação ao “catolicismo” vamos dizer, isso sim me deprime. Eu sou batizada, crismada e mesmo assim sigo os meus princípios, vejo o mundo do jeito que ele é, e não do modo que gostariam que eu o visse. Enfim, sou contra essa obsessão, fanatismo que as pessoas têm pela igreja, segui-la é uma coisa, agora seguir e tentar convencer uma “nação” de que isso é a única solução, isso é ridículo.
Como dizia Nietzsche: “O Budismo não promete, mas assegura. O Cristianismo promete tudo, mas nada cumpre”.

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